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terça-feira, 28 de junho de 2016

Dicas do TEB - WordPress

Placa de Trilha
 
 
#1  Busque sempre informações sobre a trilha antes de fazer (dificuldade, duração e localidade);
 
#2  Leve somente o necessário, além dos itens básicos, calculando o peso que carregará durante a trilha;
 
#3 Proteja-se adequadamente para as condições climáticas e adversidades, com vestimentas e calçados que não irão prejudicar seu desempenho e não vão te machucar com o tempo;
 
#4  Opte por fazer trilhas acompanhado, pois em uma situação de necessidade terá alguém para te auxiliar;
 
#5  Economize esforços, não faça nada além de seu limite;
 
#6  Hidratação é essencial para um melhor desempenho;
 
#7  Alongue-se antes e depois das trilhas para evitar dores musculares;
 
#8  Cumprimente quem passar na trilha e de preferência a quem está descendo, a quem estiver sozinho e também a grupos menores caso estejam atrás de você;
 
#9   Mantenha a trilha limpa, tudo o que você usar ou gastar leve com você e descarte em um lixo. E, nunca alimente os animais silvestres, a natureza agradece;
 
#10  Faça uma ótima trilha e com segurança!

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Segurança no Trekking! Dicas indispensáveis para qualquer praticante.


  • Conferir sempre suas condições físicas antes de praticar qualquer atividade, bem como, caso necessário, realizar consulta médica;

  • Pesquisar, procurar obter o maior número de informações sobre o lugar em que praticará a atividade, mesmo que indo com um grupo ou que esteja acompanhado de um guia ou condutor. Ou seja, saiba a logística de ida e volta; saiba eventuais rotas de fuga durante a trilha, caso precisar abortar a missão; tenha contatos de moradores e prestadores de serviços locais; estude o mapa do lugar, identificando cidades, municípios, vilas e povoados nas redondezas; confira a previsão de tempo para o período.

OBS.: Leve tudo anotado, não confie exclusivamente em sua memória ou eu seu guia, afinal, nunca sabemos quando imprevistos podem ocorrer. Assim, as informações obtidas e organizadas são importantíssimas, nos salvando em diversos momentos;


  • Comunicar seus familiares ou amigos sobre a atividade a ser realizada, em especial o local e a duração, deixando de preferência por escrito, em local de fácil acesso e a mais de uma pessoa.

OBS.: Nunca realize qualquer atividade sem comunicar pelo menos duas pessoas;

  • Colocar em algum local, de preferência em um apito de emergência, um cartão com seu nome completo, tipo sanguíneo, endereço, nomes e contatos de emergência;

  • Organizar a bagagem com calma e antecedência. Vistoriar os equipamentos previamente e evitar improvisações;

  • Jamais sair para uma trilha sem lanterna, canivete, fósforos, agasalho e alimentos, por mais curta que esta possa ser;

  • Organizar e levar um pequeno kit de primeiros socorros (principalmente em trilhas extensas);

  • Alongar-se antes de iniciar qualquer caminhada ou atividade física;

  • Nunca utilizar um calçado pela primeira vez diretamente em uma trilha;

  • Procurar caminhar em ritmo adequado e equilibrado, isto é, nem muito lentamente, nem apressadamente, pois isto minimiza eventual cansaço e problemas como cãibras e torções;

  • Ao caminhar mantenha atenção onde pisar, onde colocar as mãos, ou ainda, onde sentar-se ou deitar-se para descanso;

  • Em grupo, jamais se afastar ou perder de vista o seu grupo, guia ou condutor! Caso conheça o caminho a percorrer, avisar sempre seus parceiros sobre as suas intenções, que devem ser sempre consensuais, evitando dividir grupos e causar atritos, pense no coletivo;

  • Procurar conhecer e levar para a trilha instrumentos de orientação e navegação, mesmo que esteja acompanhado por um guia ou condutor;

  • Antes de adentrar em uma mata sem trilha definida, estude a melhor rota para o seu objetivo. Após adentrar, deixe sinais visíveis em distâncias aproximadas, como uma pequena fita de algodão em cor viva amarrada em algum galho ou tronco de árvore. Isto pode ser útil em eventual retorno.

OBS.: Evite fazer cortes em árvores, pois isto é prejudicial à natureza e pode se tornar bastante confuso;

  • Caso esteja desorientado em alguma trilha, em especial no interior de matas, procurar manter a calma. Primeiro se hidratar e se alimentar, depois tomar alguma decisão que objetivamente possa dar resultados. Vale subir em árvores ou em pontos mais altos para se orientar. Se escurecer, evite circular, ou seja, aguarde o amanhecer! Não faça fogo, você pode ser a vítima (exceto se estiver em situação de frio extremo ou precisar cozinhar algum alimento e, nesses casos, tome extremo cuidado). Procure contatar autoridades e familiares, na ausência desta possibilidade, procure se dirigir para algum espaço aberto onde possa ser visualizado. Se você avisou seus familiares e amigos sobre suas intenções antes da aventura, certamente estes já deverão estar tomando providências visando a sua localização em caso de atrasos do seu retorno;

  • Redobre a atenção ao se aproximar de paredões rochosos, tocas e pequenas grutas; troncos de antigas árvores, em pé ou caídos; além de locais pantanosos ou pontos de água. Esses locais são preferidos por animais silvestres ou mesmo peçonhentos;

  • Ao visualizar algum animal silvestre, evite ações bruscas ou gritos que possam assustar ou chamar atenção desses, na tentativa de não instigar o ataque;

  • Jamais atentar contra um animal silvestre, a não ser em casos extremos e de sobrevivência;

  • Redobre a atenção ao se aproximar ou se afastar de fendas, abismos, despenhadeiros e locais escorregadios;

  • Jamais tente subir ou descer um paredão ou uma inclinação acentuada de terreno se não estiver com equipamentos específicos e que saiba utilizar;

  • Jamais tente atravessar um rio durante enchentes ou com correntezas fortes, mesmo que seja um exímio nadador. Aguarde em ponto seguro as águas baixarem ou trace outra rota alternativa;

  • Ao fotografar algum atrativo, jamais faça isto em movimento. Pare, fotografe, guarde a câmera e somente após volte a caminhar.

OBS.: A mesma regra vale caso precisar retirar ou colocar algo em sua mochila;

  • Em condição climática adversa, como chuvas torrenciais, tempestades, ventanias, etc., redobre a atenção e procure se informar acerca das medidas de segurança no local e /ou procure um lugar abrigado. Na ausência deste, se abaixe e fique distante de objetos e acidentes naturais ou artificiais que possam deslizar, cair ou mesmo atrair descargas atmosféricas;

  • Em cachoeiras, redobre os cuidados quanto a rochas escorregadias e somente adentrar em poços mais profundos se souber nadar perfeitamente. OBS.: Se for o caso, leve um colete salva vidas e não ter vergonha de utilizá-lo, mesmo que saiba nadar. A vida é infinitamente mais importante que qualquer eventual "gozação alheia" ou um pequeno peso extra. Há um ditado antigo e muito válido: “água no umbigo, sinal de perigo”! rsrs;

  • Jamais realize pulos, sejam acrobáticos ou não, em poços de cachoeiras, rios ou lagos. Nos fundos desses locais submersos é comum existir rochas, galhos, fendas e uma série de outros obstáculos naturais ou não, que na maioria das vezes não podem ser visualizados previamente e são causadores de inúmeros acidentes;

  • Jamais armar acampamento em margens baixas de rios ou córregos; praias fluviais; debaixo de grandes árvores com galhos secos; debaixo de árvores frutíferas em produção; ou ainda em locais muito íngremes, totalmente desabrigados ou próximos a abismos ou fendas. Procure preferencialmente um local abrigado e com boa capacidade de escoamento de água de chuva;

  • Em praias, evite avançar em mar aberto e mantenha-se afastado de locais mais profundos. Jamais adentre ao mar em casos de raios ou de mar revolto;

  • Evite a todo custo fazer fogueiras em ambientes naturais e somente o faça em casos de extrema necessidade. Saiba que grande parte dos incêndios começam com uma "inofensiva fogueirinha";

  • Não esqueça de se hidratar e se alimentar adequadamente antes, durante e depois de uma atividade!;

  • Traga sempre o seu lixo de volta!

  • Nunca deixar de utilizar o bom senso e evite ações que coloquem em risco sua vida e de outros, seja por qual motivo for! O bom senso é um balizador natural que todos nós temos e devemos desenvolvê-lo, fazendo seu uso sempre que necessário!


terça-feira, 29 de março de 2016

Pratique essas dicas nas trilhas!

  • Se planeje


  • Tenha segurança


  • Tome cuidado com as trilhas


  • Guarde seu Lixo


  • Deixe tudo em seu lugar


  • Respeite a fauna e flora


  • Seja amigo dos outros trilheiros


  • Não faça fogueiras

  • segunda-feira, 28 de março de 2016

    sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

    Como limpar botas de couro áspero

    As botas de couro áspero são feitas com a pele áspera do couro utilizada como o material externo, criando uma textura fosca parecida com camurça. Essa textura é flexível e durável, o que faz desse couro o material perfeito para a fabricação de botas. Embora elas venham pré tratadas e sejam resistentes à maioria das manchas, uma limpeza completa manterá o couro áspero limpo. Também é necessário condicionador as botas para impedir que o couro rache ou quebre.



    Materiais necessários:

    1) Escova com cerdas macias (escova de dente);
    2) Esponja;
    3) Produto de limpeza de couro;
    4) Spray impermeabilizante;
    5) Condicionador de couro.

    Instruções:

    1) Segure as botas sobre uma lixeira ou leve-os para fora de casa e bata uma sola na outra para remover sujeiras grudadas;

    2) Escove as botas com uma escova, seguindo o grão natural do material;

    3) Umedeça uma esponja com água morna e adicione algumas gotas de um produto de limpeza de couro;

    4) Passe a esponja úmida nas botas, esfregando cuidadosamente em pequenos movimentos circulares até remover todos os detritos;

    5) Enxágue a esponja e despeje um condicionador de couro nela. Siga as instruções da garrafa, a qual costuma solicitar a aplicação de uma pequena camada uniforme do condicionador nas botas;

    6) Deixe as botas secarem naturalmente e borrife um agente impermeabilizante e antimanchas para deixá-las ainda mais resistentes à água e à absorção de manchas.

    quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

    Como limpar botas de couro de alpinismo

    Botas de couro de alpinismo podem se desgastar com usos regulares. Elas são feitas para aguentar uma grande variedade de condições climáticas e de terreno. Manutenção regular de botas de couro irá garantir que consiga o máximo de vida útil do seu par. Lavá-las simplesmente envolve remover sujeiras ou manchas acumuladas após usá-las fora de casa. Use um protetor de couro e estenda a vida de suas botas.


    Materiais necessários:

    1) Pano;
    2) Escova com cerdas macias;
    3) Bicarbonato de sódio;
    4) Protetor de couro;
    5) Spray impermeabilizante.

    Instruções:

    1) Umedeça um pano macio e limpo com água pura. Limpe o exterior da bota, tirando lama e sujeira. Para sujeira em camadas grossas, use uma escova com cerdas macias.;

    2) Mergulhe uma ponta do pano em bicarbonato de sódio. Esfregue o produto em arranhões ou manchas no couro. Use movimentos circulares. Enxágue o pano em água limpa e o passe na bota para retirar os resquícios de bicarbonato;

    3) Deixe as botas secarem ao ar livre em um local seco, em temperatura ambiente. Não seque suas botas usando calor direto;

    4) Borrife o exterior das botas com um protetor de couro e spray impermeabilizante. Siga as instruções do pacote para a aplicação.

    quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

    Como afiar ponteiras de botas de alpinismo

    Se você for um alpinista, caminhante de trilha ou montanhista e tiver um par de botas de alpinismo, precisará saber como manter as ponteiras afiadas. Além de limpá-las e guardá-las com cuidado, afiar as ponteiras é uma tarefa vital, para garantir que elas executem a função delas adequadamente, para deixá-lo seguro em montanhas e geleiras.

    Esse tarefa é relativamente fácil, seguem as instruções e dicas do Trekking Easy para facilitar essa sua tarefa.


    Instruções:

    1) Limpe as ponteiras com água morna e um detergente ameno (detergente de louça servirá bem). Deixe-as o mais limpo possível para o processo de afiação, para que possa monitorar seu progresso eficientemente;

    2) Coloque a bota que você afiará em um torno de mesa. É melhor fixá-la pelos lados. Fixar pela frente e traseira poderá dobrá-la, enquanto estiver apertando o torno de mesa;

    3) Faça um movimento em sentido descendente, para lixar os lados de uma das ponteiras. Não lixe a parte larga da ponteira, mas sim os lados finos, que vão até a ponta;

    4) Lembre-se de afiar as ponteiras frontais das botas também. Se estiverem orientadas verticalmente, afie-as como faria com um machado de gelo. Se estiverem orientadas horizontalmente (como o restante das ponteiras), use a mesma técnica que usou antes;

    5) Lave as botas com água e depois seque-as com uma toalha rígida. Verifique se não deixou as correias ou os parafusos ásperos no processo de afiação.

    Dicas:

    1) No processo de afiação, aplique o mesmo número de lixadas para cada lado das ponteiras. Isso garantirá que a ponta fique equilibrada;

    2) Tente afiar as ponteiras de forma que elas retenham o ângulo e o formato originais. Se não tiver um torno de mesa simplesmente segure a bota;

    3) Considere usar luvas grossas de jardineiro para se proteger da lixa e das ponteiras;

    4) Não use um moedor de potência para afiar as ponteiras. Eles criam fricção o suficiente para esquentar o metal, que poderá causar que a dureza do metal mude, quebre ou dobre.   

    sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

    Dica para o final de semana – Trilha do Corcovado, RJ



    O verão carioca é sempre convidativo e, em conjunto com o clima quente que teremos esse final de semana, nada melhor do que curtir uma caminhada ao ar livre... Que tal juntarmos o final de semana, o dia ensolarado, a caminhada e um dos pontos turísticos mais bonitos da Cidade do Rio de Janeiro e do Brasil?!



    A dica desse final de semana é a realização da Trilha do Corcovado. Agora, o Trekking Easy explica um pouco sobre essa trilha para você, confira abaixo:

    O morro do Corcovado está localizado dentro do Parque Nacional da Tijuca, e em seu ponto culminante encontramos a estátua do Cristo Redentor, que é uma das 7 Maravilhas do Mundo Moderno, além disso, é um dos pontos turísticos mais visitados do Brasil. No cume encontra-se uma espetacular visão de 360º da Cidade do Rio de Janeiro.

    A trilha começa nos fundos do Parque Lage, perto do Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro. Esse parque se tornou um centro artístico e cultural nos últimos anos, encontrando-se em seu interior a EAV (Escola de Artes Visuais), recebendo, além dos cursos de pintura e teatro, frequentemente exposições.

    O Parque Lage foi sede da Fazenda Rodrigo de Freitas e atualmente faz parte de uma reserva ambiental que possui limites com o Parque Nacional da Tijuca. Em 1992 foi declarado como Reserva da Biosfera pela UNESCO.

    A trilha possui, aproximadamente, 02:30hs de duração (do Parque Lage até o Corcovado).

    A trilha pode ser dividida em três partes:

    1) A primeira – um zig-zag em meio a Mata Atlântica, com pouca inclinação. Ainda, Macacos Pregos são bastante comuns nesta parte, assim como pequenos micos e tucanos;

    2) A segunda – nessa fase, exige-se mais esforço físico devido a sua grande inclinação;

    3) A terceira – nessa parte final, realiza-se uma bonita caminhada próxima a linha férrea do bondinho, em direção ao Cristo Redentor.


    Agora o Trekking Easy te ajudará a montar a sua mochila, confira a seguir:

    ·         Tênis de caminhada;
    ·         Água ou Isotônico;
    ·         Barras de Cereal, sanduíches, biscoitos, frutas, etc. (observando o peso da mochila);
    ·         Repelente;
    ·         Protetor solar;
    ·         Saco de lixo;
    ·         Óculos de sol;
    ·         Boné ou chapéu;
    ·         Máquina fotográfica;
    ·         Capa de chuva ou corta vento;
    ·         Documentação (Identidade ou Passaporte – turistas – e carteira de plano de Saúde);
    ·         Medicamentos de uso pessoal (antialérgico, remédio para dor de cabeça, etc.).

    Resumo da Trilha do Corcovado
    Duração total do tour:
    05:30hs (Ficando 1h no Cristo Redentor).
    Idade mínima recomendada:
    16 anos.
    Número mínimo de participantes:
    De 2 a 4 pessoas.
    Nível de dificuldade:
    Moderada.
    Altitude:
    710 metros (Proeminência: 710 metros).
    Distância:
    2,2Km (4,4Km ida e volta).
    Observações:
    Caminhada que exige bom nível de condicionamento físico.
    *OBS: É necessário comprar ingresso para entrar na região do Cristo Redentor.

    quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

    Dicas de alimentação para a suas excursões/ascensões



    Os alimentos transportados e utilizados para prática desse esporte, seja no trekking, alpinismo ou montanhismo, precisam ser ricos em energia, além de compactos e tão leves quanto possível.

    O carboidrato ajuda o aventureiro a manter os níveis de energia, uma que estes se esgotam pela prática do exercício árduo e desgastante da ascensão aos picos. Alimentos adequados estão disponíveis em embalagens cuidadosamente projetadas ou podem vir direto do armário da cozinha para dentro da mochila.

    O Trekking Easy te ajuda com algumas dicas para uma melhor alimentação, confira abaixo:

    Barras energéticas
    Nessas barras, normalmente, encontramos hidratos de carbono sob a forma de grãos e açúcares, tais como xarope de glicose e mel. Geralmente contêm também gorduras e proteínas sob a forma de frutos ou sementes. A "Climbing Magazine" (http://www.climbing.com/) sugere o consumo de gorduras e proteínas associadas aos carboidratos para retardar a digestão e promover uma liberação lenta de energia. E para completar, as barras são leves e compactas, ocupando pouco espaço na sua mochila.


    Alimentos instantâneos
    Alimentos instantâneos, como mingau e até mesmo muesli ou granola, são recomendados pela Alpine Ascents Mountaineering School (http://www.alpineascents.com/school.asp), no Alasca. Os cereais não devem ser açucarados, mas devem ser calóricos. A vantagem de alimentos instantâneos como esses é que o leite ou a água a serem adicionados ajudarão a manter o aventureiro hidratado e quente.


    Comida desidratada
    Outro alimento rico em carboidratos e facilmente transportado em excursões/ascensões de maior duração é a massa, principalmente o macarrão. Acima de 1.200 metros de altura, a água ferve a uma temperatura mais baixa do que o habitual, por isso, cozinhar o arroz ou grandes massas demorará mais tempo do que formatos menores de massa. Alimentos liofilizados feitos especialmente para os montanhistas e embalados de forma compacta e leve são uma opção, mas podem ser caros. Proteínas e gorduras devem ser consumidas com as refeições de carboidratos para aumentar a resistência.


    Géis
    Uma forma inovadora de se obter energia é por meio de energéticos em gel. Eles são carregados de carboidratos na forma de maltodextrina, xarope de arroz, mel ou frutose. Alguns incluem aminoácidos para reduzir a deterioração dos músculos e vitaminas, minerais ou cafeína para manter o aventureiro alerta. Os géis são embalados em recipientes moles e leves e alguns podem ser misturados com água para criar uma bebida doce.


    Doces
    A empresa International Mountain Guides (http://www.mountainguides.com/), com sede no estado de Washington, sugere levar doces em suas excursões/ascensões. Os carboidratos recomendados também incluem barras de chocolate, frutas secas, biscoitos, cereais mistos, pães e frutas frescas para o primeiro dia. Barras de frutas e balinhas também são uma boa escolha. Grãos de café cobertos de chocolate também pode dar um estímulo de cafeína para o dia mais intenso.